Alemanha Sob Ataque

Posted in Imagens e Letras with tags , , , , on março 5, 2012 by olavosaldanha

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Alemanha não foi só ataque durante a guerra, ela sofreu o pesadelo hediondo das bombas. Foi uma chuva sem precedentes de explosões sobre casas, indústrias, repartições, enfim, um verdadeiro apocalipse se estabeleceu.

Dresden, por exemplo, com 642 143 habitantes, permaneceu até agosto de 1944 poupada de ataques aéreos, porque até então estava fora do alcance e planejamento alvo de bombardeiros aliados. Era última intacta localização industrial, econômica e administrativa e centro de transportes do Império Alemão.

Dresden era um centro de arquitetura, principalmente do Renascimento e do Barroco misturado a um layout medieval. Mas caiu na graça da destruição militar, e foi também impiedosamente massacrada.

O povo entrou nos porões de suas casas ou prédios, abrigando-se dos ataques em lugares com pouca entrada de ar. Foram dizimados como ratos.

As fotos abaixo mostram a verdadeira face da guerra. Ninguém sai vencedor nessas tragédias pagas com as vidas dos povos.

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(57 Imagens)

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A Muralha do Atlântico – Omaha Beach

Posted in Imagens e Letras with tags , , , , , on março 24, 2011 by olavosaldanha

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O colar de fortificações estabelecidas em torno da costa norte e oeste da Europa chamava-se “A Muralha do Atlântico”, e a praia de Omaha fazia parte dela. Foi nesta praia onde aconteceu o mais tenebroso dos desembarques aliados para combater o exército alemão.

Hitler esperava que este colar cuidadosamente preparado fosse impedir a invasão aliada e, ao mesmo tempo propagar um choque psicológico que a opinião pública britânica e norte-americana nunca iria se recuperar, ele seria livre para renovar sua ofensiva no leste, Rússia.

Este muro, este colar de fortificações, começou a ser construído a partir de 1942 por um exército de trabalhadores recrutados. Eles tornaram a tarefa dos aliados difícil demais.

Os soldados que desembarcavam tinham que atravessar várias centenas de metros da praia aberta, cortar arame farpado, livrarem-se de minas escondidas (162 mil haviam sido colocadas alguns meses antes) e avançar para os bunkers alemães cujas metralhadoras cuspiam fogo ininterruptamente.

Foi um dia inteiro debaixo de uma chuva interminável de tiros, milhares de soldados morreram na praia, até que um grupo conseguiu quebrar a primeira barreira e depois a muralha inteira desabou sob o poder de fogo dos aliados. Centenas de aviões e navios transformaram a paisagem num verdadeiro apocalipse.

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(30 Imagens)

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Referências de pesquisa: JE Kaufmann, Kaufmann HW: “Fortaleza Terceiro Reich”, página 196-197. DA Capo Press, 2003. Departamento de Guerra divisão histórica (1945). “Cabeça de praia de Omaha” . Army Center Estados Unidos da História Militar . Retirado 06 de novembro de 2009 . http://www.vanderweel.info/atlantikwall/main_building.htm. MuseumsCenter Hanstholm (museumscenterhanstholm.dk)..

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Os Fotógrafos de Guerra

Posted in Imagens e Letras with tags , , , , , on fevereiro 19, 2011 by olavosaldanha

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Os historiadores devem imensa gratidão aos fotógrafos de guerra, sem os quais não haveria registros desta fase da história que ainda encanta e assombra o mundo. Pode-se dizer que os fotógrafos eram soldados, técnicos e também artistas. As condições em que eles tinham que fazer o seu trabalho era as piores possíveis e os equipamentos disponíveis, principalmente os da Primeira Guerra, eram grandes e pesados, e mais, as revelações ocorriam quase sempre no meio do fogo de artilharia, com o cuidado para que uma partícula de poeira ou umidade não arruinasse todo o trabalho.

Eles iam e vinham junto com os soldados, faziam longas marchas a pé, em caminhões, comiam na mesma trincheira, sofriam com eles. Uma das poucas vantagens para os fotógrafos de guerra era a mobilidade para ir aonde queriam, permitindo ignorar fileiras.

Ainda no início da Segunda Guerra Mundial não havia nenhuma câmera ou um filme desenhado especificamente para o combate. Apesar de já haver filmes em cores, quase todas as imagens que conhecemos da Segunda Guerra Mundial estão em preto e branco. O filme precisava de condições de luz ideais para bons resultados, e a guerra não fornecia isso. Além do que os filmes não estavam preparados para o movimento e muitas vezes, era necessário pedir que o personagem ficasse congelado por alguns instantes. O preço e a escassez, especialmente nos primeiros anos de guerra, também jogou contra este formato, sendo muito mais caro do que em preto e branco.

Além dos fotógrafos militares havia os civis, eles se diferenciavam pelas insígnias, fardamentos e armamento. Os fotógrafos americanos, por exemplo, carregavam uma pistola Colt 1911, uma faca de combate e, eventualmente, carabina M1 M3. Alguns tinham mais do que uma pequena idéia de como atirar com uma arma.

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Referências de pesquisa: International Combat Camera Association ( combatcamera.org), TheTimes (http://www.time.com/time/magazine), Anton Holzer: A outra frente. Fotografia e propaganda na Primeira Guerra Mundial . Primus, Darmstadt 2007. ww2incolor. Swiss Info , Swiss missing comprehensive laws on looted art. assetsearchblog.com.

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Arte Roubada

Posted in Imagens e Letras with tags , , , , , , , on janeiro 25, 2011 by olavosaldanha

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Durante a marcha nazista em toda a Europa, milhares de obras de arte e antiguidades de valor inestimável foram sistematicamente saqueadas. A pilhagem também era amplamente praticada pelos aliados. O roubo de objetos valiosos foi uma prática mais comum do que se possa imaginar e respondia pelo elegante nome de “Espólios de guerra”.

As obras de arte são tratadas muitas vezes como patrimônio histórico nacional e roubá-las equivaleria a agredir a soberania de um país ou de uma etnia, como os milhares de artefatos roubados dos judeus pelos nazistas.

Enquanto os nazistas estavam no poder, eles saquearam os bens culturais de cada território que ocupavam, a partir de organizações especificamente criadas para determinar quais coleções públicas e privadas seriam as mais valiosas para o regime. Alguns dos objetos foram destinados ao Führermuseum, o colosso de museus que Hitler sonhava criar, enquanto outros objetos foram negociados para financiar atividades do III Reich.

A boa notícia é que existem grupos preocupados em repatriar os espólios. Milhares de objetos de arte que foram vendidos, roubados ou confiscados durante a Segunda Guerra, por exemplo, voltaram aos seus legítimos donos. A França foi capaz de recuperar mais de 100 mil obras de arte – 60.000 imediatamente após a guerra, e 40.000 nas próximas décadas – e devolvê-los aos seus legítimos proprietários.

Hoje existem empresas e ONGs especializadas em investigações sobre os espólios de guerra. No site Lootedart, por exemplo, é possível obter informações sobre os saques e esforços contemporâneos para pesquisar e resolver questões concernentes.

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Humilhações de guerra

Posted in Imagens e Letras with tags , , , , , , , on outubro 18, 2010 by olavosaldanha

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Em poucos instantes entramos numa calorosa reflexão sobre a guerra e o respeito ao ser humano. Isso aconteceu num corriqueiro encontro de amigos. Ficou claro que, apesar do esforço de alguns de criar normas de tratamento de civis e prisioneiros, o ser humano, no seu intrínseco desejo faccioso, faria de tudo para quebra as regras. Aconteceu e acontecerá sempre.

A guerra pode coroar uma nação, torná-la uma potencia bélica respeitável. A guerra pode deixar feliz o mundo, como aconteceu no V-E Day. Mas nenhum prêmio obtido com a força e com o uso abusivo do poder pode curar uma alma; pode trazer paz para o homem quando ele estiver sozinho diante do turbilhão de dúvidas que os massacres deixam, que as conseqüências da guerra geram. Nenhuma vitória na guerra pode tornar o homem realizado como ser.

Na guerra a máscara cai. Ficam expostas todas as maldades, toda a insanidade. O homem, que subjugou todas as espécies, tenta agora subjugar o seu próximo, o seu igual.

Os países que já ganharam guerras vêem seus filhos, antes defensores de uma causa, atirarem contra civis em faculdades, em supermercados, em cinemas. Foram vitoriosos, mas não realizados.

No mundo dos humanos, a guerra pode até ser essencial para o domínio e para a manutenção da paz – que ambigüidade. Mas é devastador o seu efeito no coração da humanidade. Antigamente era possível alegrar-se com o escândalo das lutas sangrentas e intermináveis, hoje, a humanidade não consegue mais suportar a humilhação, a dor e o sofrimento.

Abaixo uma seleção de imagens que mostra o outro lado. O da humilhação humana. Uma ferida que provavelmente jamais será curada. Nenhuma arma de guerra deixa uma cicatriz tão profunda. Quando perguntarem por que um ex-combatente saiu atirando contra a população, saiba que ele viu ou participou de cenas piores que estas.

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(35 Imagens)

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V-E Day

Posted in Imagens e Letras with tags , , , , , , , , , , , , on outubro 11, 2010 by olavosaldanha

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Há 65 anos o mundo comemorou a notícia do fim da guerra como quem comemora o gol do título numa final de campeonato. A Alemanha havia se rendido incondicionalmente. Os sinos das igrejas soaram em todos os lugares e as pessoas tomaram parte nas celebrações saindo às ruas. Nunca na história os corações de todas as raças, povos e nações estiveram tão focados no mesmo pensamento – A paz. Multidões saíram em desfiles pelas cidades. A Times Square em Nova York, e Piccadilly Circus, em Londres estavam lotadas. O povo dançava, se beijava, agitava bandeiras e jogava serpentinas.

A rendição, no entanto, era européia, o Japão continuava insubmisso e apenas três meses depois veio o V-J Day (Vitória sobre o Japão), o fim do conflito no Pacífico. A notícia da rendição japonesa chegou na noite de 14 de agosto de 1945. O mesmo mundo que comemorou o V-E Day e comemorou o V-J Day, porém, quedou sob a violência da supremacia do poder bélico dos aliados, que varreu do mapa duas cidades, Hiroshima e Nagasaki. A ação americana foi rápida, cirúrgica e certeira, não deu nem tempo para emoções.

Durante seis anos países inteiros pararam seus sistemas para focar a guerra. Estagnação financeira, Racionamento e pobreza tomaram conta do planeta como uma epidemia. No entanto, os estragos só começaram a ser avaliados depois, com estudos e pesquisas. Em maio de 1945 o que interessava era comemorar a liberdade e a paz.

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Berghof

Posted in Imagens e Letras with tags , , , , , , , , on setembro 12, 2010 by olavosaldanha

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ntes da Segunda Guerra Mundial, Hitler foi mais amado do que qualquer outro líder da história do mundo, o seu índice de aprovação foi de 98%. No entanto, Hitler se tornou o homem mais odiado no mundo. Responsabilizado pela morte de 60 milhões de pessoas, incluindo 6 milhões de judeus. Não é estranho então que toda referência a ele gere discussões intermináveis e muita curiosidade.

A casa de Hitler é um desses objetos de desejo de curiosidade e discussão. Foi deste lugar que Adolf Hitler planejou grande parte das estratégias de invasão e dominio.

Em 25 de abril de 1945, os britânicos bombardearam as casas de lideres nazistas em Obersalzberg, incluindo a casa que Hitler chamou de Berghof. As ruínas ainda foram completamente arrasadas pelo governo da Baviera em 1952 a pedido do Exército americano.

A região de Berchtesgaden foi ocupada por tropas americanas pouco antes do fim da guerra em 8 de maio de 1945, e Obersalzberg foi transformada em uma área de recreação para as tropas americanas que ocuparam a Alemanha após a guerra. Só 50 anos depois da ocupação americana, em 1995, Obersalzberg foi devolvida para a Alemanha.

Até hoje, há muita confusão com os nomes Berghof e Eagle’s Nest (Ninho de Águia), que são duas casas separadas. O Berghof foi localizado em um platô denominado Obersalzberg que está no caminho para o topo da Kehlstein, a montanha onde está casa de chá de Hitler, chamado de Ninho de Águia (Eagle’s Nest), foi construído em 1938. Para aumentar a confusão, Hitler tinha outra casa de chá, chamada Mooslahnerkopf, que ficava a um curto passeio da Berghof. O nome alemão para o Eagle’s Nest é Kehlsteinhaus, o que significa casa na montanha Kehlstein.

Na área de Obersalzberg também está um dos maiores bunkers de sobrevivência a ataques antiaéreos e um centro de documentação, todos abertos aos visitantes.

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