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O colar de fortificações estabelecidas em torno da costa norte e oeste da Europa chamava-se “A Muralha do Atlântico”, e a praia de Omaha fazia parte dela. Foi nesta praia onde aconteceu o mais tenebroso dos desembarques aliados para combater o exército alemão.
Hitler esperava que este colar cuidadosamente preparado fosse impedir a invasão aliada e, ao mesmo tempo propagar um choque psicológico que a opinião pública britânica e norte-americana nunca iria se recuperar, ele seria livre para renovar sua ofensiva no leste, Rússia.
Este muro, este colar de fortificações, começou a ser construído a partir de 1942 por um exército de trabalhadores recrutados. Eles tornaram a tarefa dos aliados difícil demais.
Os soldados que desembarcavam tinham que atravessar várias centenas de metros da praia aberta, cortar arame farpado, livrarem-se de minas escondidas (162 mil haviam sido colocadas alguns meses antes) e avançar para os bunkers alemães cujas metralhadoras cuspiam fogo ininterruptamente.
Foi um dia inteiro debaixo de uma chuva interminável de tiros, milhares de soldados morreram na praia, até que um grupo conseguiu quebrar a primeira barreira e depois a muralha inteira desabou sob o poder de fogo dos aliados. Centenas de aviões e navios transformaram a paisagem num verdadeiro apocalipse.
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Imagens Aqui
(30 Imagens)
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Referências de pesquisa: JE Kaufmann, Kaufmann HW: “Fortaleza Terceiro Reich”, página 196-197. DA Capo Press, 2003. Departamento de Guerra divisão histórica (1945). “Cabeça de praia de Omaha” . Army Center Estados Unidos da História Militar . Retirado 06 de novembro de 2009 . http://www.vanderweel.info/atlantikwall/main_building.htm. MuseumsCenter Hanstholm (museumscenterhanstholm.dk)..
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Outras propostas














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Na manhã de quinta-feira, 12 de abril de 1945. Vários jornalistas chegaram com a 80 ª Divisão de Infantaria americana, incluindo Edward R. Murrow, considerado um dos maiores jornalistas dos Estados Unidos até hoje, cujo relato foi transmitido pela CBS e se tornou um de seus mais famosos.
memórias: “Eu nunca fui capaz de descrever os sentimentos que me venceu quando testemunhei a tão incontestável desumanidade dos nazistas… Até agora eu só tinha conhecimento de que havia campos desse tipo, todo o resto eu só conhecia de ouvir falar. Nada me deixou tão pesaroso como essa visão”.
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personaliza o nariz de um avião dando-lhe uma identidade própria, uma marca para ser reconhecido. Todos sabem qual o avião que lançou a bomba atômica sobre Hiroshima pela arte pintada na lataria, “Enola Gay”.
ui ao cinema ver Uma noite no museu 2. Bem acompanhado, já havia garantido o bom passeio. Porém, o filme rendeu algo além de uma crítica cinematográfica, ele era a cara do Imagens e Letras e sua convergência de temas. Outro detalhe foi a ênfase dada a Amélia Eahart, personagem histórica pela qual sou fascinado e que venho pesquisando já há
algum tempo e que postei aqui no blog. Na America, naqueles anos, quem não queria ser como a Amélia? No entanto, gostaria de apresentar outra mulher dos ares, mais jovem e talvez mais ousada que a heroína americana.
Na verdade Lily litvak representou uma geração de mulheres destemidas. Como ela, muitas outras mulheres foram integradas com os homens em unidades da aviação. Por exemplo, em 1944, milhares de meninas entraram na guerra como pilotos. Contrariaram as suspeitas e piadas masculinas com coragem e habilidade. As meninas obtiveram uma média inigualável pelos homens. Milhares ganharam ordens e medalhas. Elas detiveram 29 títulos de Herói da União Soviética.




































































































